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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

As Bacias brasileiras de óleo e gás



As bacias produtoras brasileiras
Empresa integrada de energia, a Petrobras atua em diversos campos.
Com suas plataformas buscam petróleo nas profundezas do oceano. Com as refinarias, oferecem produtos variados que reúnem praticidade, tecnologia e respeito ao meio ambiente.
Conheça a abaixo o perfil das bacias de onde sai o óleo e gás que movimenta a máquina Petrobras
Bacia de Campos
A bacia de Campos é a principal área sedimentar ja explorada na costa brasileira. Ela se estende das imediações da cidade de Vitória-ES até Arraial do Cabo, no litoral norte do Rio de Janeiro, em uma área de aproximadamente 100 mil quilômetros quadrados.
Nesse gigantesco laboratório a céu aberto a Petrobras testou as principais tecnologias offshore experimentadas no desenvolvimento de projetos de produção a profundidade d'água nunca testadas anteriormente no mundo.
O primeiro campo com volume comercial descoberto na Bacia de Campos foi Garoupa, em 1974, a 100 metros de profundidade. No ano seguinte a Petrobras descobriu o campo de Namorado e, em 1976, o de Enchova. Era o começo de uma longa série. O caminho era o mar.
Uma das inovações da Petrobras nesses campos foi a instalação do primeiro sistema de produção antecipada sobre uma plataforma flutuante. Com ele, reduziu-se o tempo de maturação de quatro a seis anos para quatro meses.
A Petrobras ganhou em agilidade, flexibilidade operacional e uma enorme economia de investimentos. Isso permitiu iniciar a produção de óleo enquanto eram construídas as plataformas fixas definitivas que seriam instaladas posteriormente.
Foi o desenvolvimento desses sistemas que permitiu, mais tarde, extrair petróleo de águas profundas e ultraprofundas.
Em 1985 a Petrobras descobriu o primeiro campo gigante no mar, Albacora, em águas além de 2.000m de profundidade. Mas tarde surgiram outros campos gigantes, como Marlim, Roncador, Barracuda e Caratinga.
Outros campos de grande porte foram descobertos na parte norte dessa bacia, ja no estado do Espírito Santo: Jubarte e Cachalote, área que ficou conhecida como "Parque das Baleias".
Bacia de Santos
Um pouco mais da metade da área explorada na bacia está em lâminas d'água profundas - acima de 300 metros - e ultraprofundas - acima de 1500 metros. E é na bacia de Santos que a Petrobras encontrou e superou o primeiro desafio de ultrapassar uma profundidade de 7.500 metros na perfuração exploratória dos campos do pré-sal.
A bacia é dividida em cinco pólos de produção no mar: Merluza, Mexilhão, Uruguá, Sul e Pólo Pré-sal.
As áreas do pré-sal ja identificadas na bacia são: Tupi, Júpiter, Iara, Carioca, Bem-Te-Vi, Guará, Parati, Caramba e Azulão.
Bacia do Espírito Santo
A produção dos campos de Camarupim, Canapu, Golfinho e Peroá são peças importantes para o fornecimento de gás natural nacional.
O campo de Fazenda Alegre, o maior volume terreste do Espírito Santo, foi descoberto em 1996. Depois dele, novas descobertas em terra: como Inhambu, em 2005, Tabuiaiá e Saíra, em 2006, e Jacutinga, em 2008.
A produção de óleo no mar iniciou em 1978 no campo de Cação, enquanto as descobertas de gás natural tiveram destaque com os campos marítimos de Cangoá, em 1988, Peroá, em 1997, e Canapu, em 2005.
A primeira reserva de óleo leve na plataforma continental capixaba foi descoberta nas águas profundas do campo de Golfinho, em 2002.
Bacias do Jequitinhonha, Camamu - Almada - Recôncavo - Tucano
O óleo e gás natural que a Petrobras produz nas bacias da Bahia, ao contrário do que se possa supor, ainda estão longe de esgotar. O volume dos reservatórios ainda é maior que a produçao acumulada desde a década de 1940.
Candeias, o primeiro campo comercial descoberto no país, em 1941, permanece em atividade. O mesmo caso para os campos João Terra, de 1947, e água Grande, de 1951.
O desafio da Petrobras ao trabalhar com campos mais antigos é o de encontrar constantemente novas tecnologias capazes de aumentar a recuperação dos campos e prolongar ao máximo sua vida útil.
Atualmente, a Petrobras explora, desenvolve e produz petróleo e gás em concessões situadas nas bacias sedimentares de Tucano, Recôncavo (terrestres), Camamu-Almada e Jequitinhonha (marítimas). Essa área se estende por cerca de 135.400 km².
Bacia de Sergipe e AlagoasSe hoje a Petrobras é considerada referência em exploração e prudução de petróleo em águas profundas e ultraprofundas, deve-se muito à equipe pioneira do campo de Guaricema. Nele foram testadas as primeiras tecnologias voltadas aos campos marítimos.
Foi no campo de Guaricema que se produziu pela primeira vez na plataforma continental, em 1968.
Outro destaque é o campo de Carmópolis, o maior volume de reservas do país e o primeiro descoberto na bacia sedimentar de Sergipe-Alagoas, em 1963.
Em 2007, o campo de Piranema começou a produzir. Ele marcou uma nova fronteira para o Nordeste brasileiro: a produção de óleo leve e em águas profundas.
Uma inovação adotada para esse campo foi a instalação do primeiro sistema flutuante de produção, armazenamento e exportação de óleo redondo no mundo. O projeto visa minimizar os efeitos da oscilação das ondas do mar.
A produção no estado de Alagoas é básicamente terrestre, com destaque para a produção de gás. O único campo marítimo da bacia localizado nesse estado é o de Corupi.
Bacia Potiguar
Com campos em águas rasas e campos terrestres, a região de Rio Grande do Norte e do Ceará é a maior produtora de petróleo onshore (em terra) do Brasil . A Petrobras atua no Rio Grande do Norte desde 1951. O primeiro campo descoberto foi o de Ubarana, na costa de Guamaré, em operação desde 1976.
No Ceará a empresa começou suas atividades em 1967 e o primeiro campo descoberto foi Xaréu, em 1977.
O primeiro poço terrestre entrou em operação em dezembro de 1979 e permanece em atividade, com a diferenção de ser movido a energia solar.
Após uma sequência de descobertas de novas jazidas, o Rio Grande do Norte se tornou o maior produtor terrestre de petróleo no Brasil.
Canto do Amaro é o maior campo terrestre em produção no país e entrou em operação no ano de 1986.
Bacia do Solimões
Um santuário ecológico com a maior reserva provada de gás natural do país e que produz óleo leve com a melhor qualidade do mercado. Nesse cenário, a Petrobras encarou o desafio de explorar a produzir petróleo com segurança em plena floresta amazônica, respeitando o meio ambiente e as populações ribeirinhas.
Localizada a 650 quilômetros a sudoeste de Manaus-AM, a província petrolífera de Urucu, em Coari, é referência mundial de convivência harmoniosa entre a atividade de exploração e produção e o meio ambiente.
Para vencer o desafio de atuar nessa região, a Petrobras seguiu um conjunto de diretrizes relacionadas à proteção da biodiversidade, a ecoeficiência das atividades e operações, ao controle de contingências e à interface social, econômica e cultural das atividades de exploração e produção de óleo e gás na Amazônia, as quais incluem todo o suporte  logístico necessário, como transporte aéreo, terrestre e fluvial, suprimento e infra-estrutura.
Fonte: Petrobras
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Principais petroleiras no mundo

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Caso Chevron esfria apetite de estrangeiros por emprego na indústria petrolífera brasileira



RIO DE JANEIRO - As companhias de petróleo estão tendo problemas para contratação de trabalhadores estrangeiros, mão-de-obra crucial para a indústria do Brasil em plena expansão, por causa de casos criminais e civis contra funcionários da Chevron e da Transocean, disse o presidente de uma associação da indústria nesta segunda-feira.
Alguns trabalhadores necessários para operar equipamentos de alta tecnologia e sondas de perfuração de petróleo querem garantias de uma saída rápida do Brasil em caso de derrame de óleo no mar, disse João Carlos De Luca, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, em um evento no Rio de Janeiro sobre os riscos de investimento do país.
"Algumas empresas tiveram de fazer alterações em contratos de trabalho, oferecendo helicópteros e bilhetes de avião abertos para os seus trabalhadores poderem sair do país imediatamente se houver um acidente", disse De Luca.
"Com a ausência de leilões de concessões e as repercussões do vazamento de Frade, foi um ano muito ruim para o negócio de petróleo no Brasil."
As ações criminais e civis da Chevron e Transocean em função do derramamento de óleo em novembro de 2011 no campo de Frade são um dos mais recentes problemas para a indústria de petróleo.
O setor também enfrenta mudanças na lei, a falta de leilões de novos blocos de exploração, disputas de royalties entre Estados e a incapacidade das empresas de cumprir determinação do governo de usar bens e serviços locais.
A escassez de mão-de-obra qualificada também significa que o Brasil precisa de trabalhadores estrangeiros especializados para a indústria.
A decisão de pedir 20 bilhões de dólares em danos civis da Chevron e Transocean e acusações criminais contra 17 funcionários das duas companhias trouxe medo à comunidade de trabalhadores petroleiros estrangeiros no início deste ano. As acusações contra as duas empresas poderia levar a penas de prisão de até 31 anos.
Trabalhadores temem que seus passaportes sejam apreendidos, a exemplo do que ocorreu com os 17 empregados da Chevron e da Transocean, forçando-os a permanecer no país, talvez durante anos, presos ao sistema de Justiça do Brasil notoriamente lento.
Em meio aos "excessivos" processos legais, De Luca disse que as preocupações dos trabalhadores são compreensíveis, mas podem ser exageradas.
Embora muitos dos trabalhadores preocupados sejam técnicos altamente sofisticados, acrescentou, eles podem não entender completamente como o Brasil funciona.
Alguns deles "não são culturalmente sofisticados", De Luca disse à plateia em conferência na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro.
Em um ponto, alguns operadores de sonda de perfuração de petróleo chegaram a considerar não trazer mais quaisquer sondas para o Brasil, disse ele, mas os empregadores e as suas tripulações, em grande parte estrangeiros, estão agora menos preocupados em trabalhar no Brasil.
"Eu acho que as coisas estão se acomodando e voltando ao normal", disse De Luca.
De Luca não disse quais companhias de petróleo tiveram dificuldades de contratação dos trabalhadores.
Fonte: Reuters
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OGX planeja investir quase R$ 2,5 bi em exploração em 2013



SÃO PAULO - A OGX, petrolífera do grupo EBX, do empresário Eike Batista, planeja investir US$ 1,2 bilhão (quase R$ 2,5 bilhões) em atividades de exploração em 2013. Desse valor, 20% serão destinados para as fases iniciais da exploração e 80%, para o desenvolvimento da produção.
O custo de extração de petróleo da empresa atualmente é de aproximadamente US$ 50 o barril, disse hoje o diretor financeiro e de relações com investidores, Roberto Monteiro, durante evento para investidores no Rio de Janeiro. Para Monteiro, o valor é rentável, mas é possível melhorar.
Segundo o executivo, a companhia pretende perfurar um poço na Bacia de Santos e dez poços na Bacia do Parnaíba por conta própria e três poços na Bacia do Espírito Santo em parceria com a Perenco, operadora dos blocos.
A companhia também pretende antecipar a produção nos campos de Atlanta e Oliva, no bloco BS-4, na Bacia de Santos. A OGX adquiriu recentemente 40% de participação da Petrobras no bloco.
"Pensamos na antecipação da produção. A Queiroz Galvão [uma das sócias] está nos ajudando nesse trabalho. Estamos trabalhando numa data para o inicio de produção e do plano de desenvolvimento desse bloco", afirmou o diretor, durante reunião com investidores, no Rio de Janeiro.
Segundo o executivo, a expectativa de volume potencial de óleo na área é de 300 a 400 milhões de barris.
Tubarão e gás
Monteiro disse que a companhia prevê produzir o primeiro óleo do campo de Tubarão Martelo no quarto trimestre do ano que vem. A chegada da FPSO (plataforma flutuante de produção e armazenamento, na sigla em inglês) OSX-3 está prevista para o terceiro trimestre.
O diretor disse que a companhia vai iniciar a produção de gás natural na Bacia do Parnaíba já em janeiro e que a companhia já concluiu a perfuração de 16 poços produtores.
A capacidade de produção nominal é de 6 milhões de metros cúbicos por dia e a capacidade futura, de 7,5 milhões. Segundo o executivo, a OGX prevê um resultado operacional de US$ 80 milhões na Bacia do Parnaíba para o ano que vem.
Fonte: Jornal da Cidade
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Mineração e petróleo devem gerar 400 mil vagas até 2015


Principais oportunidades serão para as regiões Sudeste e Nordeste do país
Redação NNpetro 
Os setores de mineração, petróleo e gás prometem abrir mais de 400 mil vagas de emprego até 2015. Segundo matéria publicada pelo Globo.com, o setor de mineração deve faturar no próximo ano R$ 10 bilhões a mais do que em 2011.
O setor de O&G, que já representa 12% do PIB nacional, é a área que mais vai empregar profissionais. Segundo a Organização Nacional da Indústria do Petróleo, nos próximos dez anos serão gerados 1,7 milhão de empregos no setor. Só a Petrobras abrirá 22 mil vagas até 2015.
As regiões que concentram o maior número de vagas são: Sudeste e Nordeste, onde acontecem os principais investimentos no setor.
A Vale, uma das maiores mineradoras do mundo, também disponibilizará uma grande quantidade de vagas a partir de 2013.
As vagas estarão abertas nos estados; Pará; Minas Gerais; Espírito Santo; Bahia e Maranhão. No total, 19 escolas do Senai passarão a oferecer cursos de capacitação profissional na área de mineração.
As vagas estarão abertas para os profissionais de: caldeiraria, soldagem, instrumentação, eletricidade, engenharia de planejamento, administração voltada para gestão de petróleo e gás e direito ambiental. As oportunidades são para todos os níveis: básico, técnico e superior.
(Com informações Globo.com)
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Quem são os 10 estados produtores de petróleo no Brasil



Em 2011, eles produziram 768 milhões de barris do óleo, segundo dados da ANP. Agora lutam para não ver suas receitas serem reduzidas pelo projeto de lei que redistribui os royalties do petróleo
Senhores do ouro negro
São Paulo – Juntos eles produziram 768 milhões de barris de petróleo em 2011, um recorde nacional. Agora, ameaçam entrar na justiça contra o projeto de lei que prevê uma nova partilha dos royalties, espécie de compensação paga pelas empresas aos estados de onde extraem o óleo.
Rio de Janeiro e Espírito Santos, os dois maiores produtores, lideram o embate. Em declaração recente, o governador do Rio, Sérgio Cabral disse que o estado pode perder uma receita de R$ 77 bilhões até 2020, enquanto o Espírito Santo calcula perdas de R$ 11 bilhões. Veja quem são os estados brasileiros produtores de petróleo, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Rio de Janeiro
Fatia da produção nacional: 74%
Produção em 2011: 568 milhões de barris
Produção em 2010: 594 milhões de barris
Variação: – 4,4%
Espírito Santo
Fatia da produção nacional: 15%
Produção em 2011: 116 milhões de barris
Produção em 2010: 80 milhões de barris
Variação: 45%
Rio Grande do Norte
Fatia da produção nacional: 2,8%
Produção em 2011: 21,4 milhões de barris
Produção em 2010: 20,7 milhões de barris
Variação: 3,4%
Bahia
Fatia da produção nacional: 2%
Produção em 2011: 16 milhões de barris
Produção em 2010: 15,9 milhões de barris
Variação: 0,6%
Sergipe
Fatia da produção nacional: 1,9%
Produção em 2011: 15,3 milhões de barris
Produção em 2010: 15 milhões de barris
Variação: 2%
São Paulo
Fatia da produção nacional: 1,8%
Produção em 2011: 13,9 milhões de barris
Produção em 2010: 5,3 milhões de barris
Variação: 162%
Amazonas
Fatia da produção nacional: 1,6%
Produção em 2011: 12,6 milhões de barris
Produção em 2010: 13 milhões de barris
Variação: – 3,1%
Ceará
Fatia da produção nacional: 0,3%
Produção em 2011: 2,6 milhões de barris
Produção em 2010: 2,9 milhões de barris
Variação: – 10,3%
Alagoas
Fatia da produção nacional: 0,26%
Produção em 2011: 2 milhões de barris
Produção em 2010: 2,1 milhões de barris
Variação: – 4,8%
Paraná
Fatia da produção nacional: 0,13%
Produção em 2011: 1 milhão de barris
Produção em 2010: 1,3 milhão de barris
Variação: – 23%
Fonte: Exame
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Petrobras quer manter trabalhadores

O Prominp tem como missão aumentar a participação dos fornecedores de bens e serviços brasileiros nos projetos de petróleo e gás no Brasil e no exterior
11/12/2012









































Rio de Janeiro (RJ) - A Petrobras vai fazer um trabalho com médias e grandes construtoras para que as empresas do setor identifiquem e retenham profissionais qualificados em cursos da indústria de petróleo e gás. Boa parte dessa mão de obra está migrando, depois de formada, para outras áreas de atividade. A evasão de profissionais preocupa a Petrobras e vai forçar uma discussão com construtoras, fornecedoras de bens e serviços da estatal, sobre formas de manter os melhores talentos que saem dos cursos gratuitos do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).
 
No começo de 2013, deverá haver reunião para discutir o tema entre a Petrobras e construtoras na Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi). "Estamos qualificando pessoas que têm migrado para outras indústrias como papel e celulose e bebidas e para projetos de infraestrutura. Vamos conversar com os grandes contratadores [de mão de obra] para que os melhores quadros saídos do Prominp permaneçam na indústria de petróleo e gás", disse Paulo Alonso, coordenador-executivo do programa. Ele disse que a indústria de petróleo está perdendo 40% da mão de obra qualificada para outros setores, incluindo grandes projetos de infraestrutura da Copa do Mundo de 2014.
 
O Prominp tem como missão aumentar a participação dos fornecedores de bens e serviços brasileiros nos projetos de petróleo e gás no Brasil e no exterior. Mas nos primeiros anos do programa grande parte dos esforços foram dirigidos para qualificação profissional pois havia gargalos de mão de obra para atender às demandas da indústria de petróleo e gás, disse Alonso. Desde 2003, quando foi criado, o Prominp qualificou 90 mil trabalhadores por meio de cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), do Centro Nacional de Educação tecnológica (Cefet) e de universidades.
 
Essa primeira fase de qualificação demandou investimentos de R$ 252 milhões. Até 2016 será preciso qualificar mais 200 mil trabalhadores, o que vai exigir R$ 300 milhões em investimentos. Alonso disse que a Petrobras entrou com pedido na Agência Nacional do Petróleo (ANP) para utilizar esses recursos. O dinheiro solicitado à agência tem origem na parcela de 1% desembolsada pela Petrobras sobre o faturamento dos campos de petróleo que pagam participação especial (PE), os quais produzem mais de 20 mil barris por dia. O percentual arrecadado nesses campos destina-se a atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D).
 
Joaquim Passos Maia, diretor da Abemi, disse que a entidade vai liderar o desenvolvimento de um programa de certificação profissional que deverá estar pronto para ser implantado dentro de oito meses. Esta certificação poderá contribuir para limitar a evasão de profissionais, disse Maia. O programa de certificação será feito em parceria com o Senai e com a Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman) e irá se apoiar em conhecimentos do Centro Nacional para Construção, Educação e Pesquisa (NCCER, na sigla em inglês). A certificação foi um dos projetos definidos no 9º Encontro Nacional do Prominp, realizado na semana passada, em Belo Horizonte (MG), disse Maia.
 
Ele afirmou que o Brasil vive o paradoxo do pleno emprego com baixa produtividade. Em segmentos profissionais da indústria do petróleo, como soldadores, encanadores, eletricistas e montadores, a demanda está aquecida, mas os profissionais muitas vezes não estão qualificados para atender o que se exige.
 
No encontro do Prominp na capital mineira, Maia apresentou gráfico, com base em dados da consultora ManPower, segundo o qual o Brasil é o segundo país do ranking em termos de dificuldades para se preencher postos de trabalho. A razão para o país ocupar esta posição está na falta de competência técnica da força de trabalho. O primeiro país da lista é o Japão, mas por razões bem diferentes das encontradas no Brasil: entre os japoneses, há falta de trabalhadores disponíveis para ocupar postos menos qualificados, disse Maia.
 
 
 
Fonte: Valor Econômico
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Petrobras obtém licença do Ibama para Sapinhoá

Petrobras obtém licença do Ibama para Sapinhoá


A Petrobras obteve uma das principais licenças ambientais aguardadas para a exploração do pré-sal da Bacia de Santos. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu a licença de instalação (LI) para que a companhia avance no campo de Sapinhoá. A licença autoriza, praticamente, a exploração de petróleo e gás na região, já que libera a estatal para ligar os cabos de exploração de sua plataforma até os campos. Executada esta etapa, a licença de exploração é emitida automaticamente.
A exploração de Sapinhoá será feita pela plataforma Cidade de São Paulo, que deixou o estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, no litoral do Rio, com destino a Santos. A plataforma vai operar em uma profundidade de água de aproximadamente 2.200 metros, a cerca de 300 quilômetros do litoral paulista. O plano da Petrobras é extrair o primeiro óleo da plataforma já em janeiro de 2013, com a interligação do primeiro poço produtor. Outras interligações ocorrerão na sequência, até o total de seis poços produtores e cinco poços injetores.
A autorização do órgão de meio ambiente, que foi assinada pelo presidente do instituto, Volney Zanardi, já se baseia nos novos parâmetros de licenciamento que o órgão ambiental passou a aplicar no setor de petróleo. O licenciamento passou a ser dados para blocos de exploração, em vez de iniciar um processo para cada poço, mudança que tem resultado em maior agilidade no licenciamento.
A plataforma Cidade de São Paulo tem capacidade de produzir 120 mil barris por dia de petróleo e 5 milhões de metros cúbicos diários de gás. A unidade, do tipo FPSO, que produz, armazena e transfere óleo e gás, será a primeira plataforma de produção definitiva do campo de Sapinhoá.
O plano da Petrobras para a região prevê mais uma unidade flutuante de produção, com previsão de início de produção no segundo semestre de 2014. Esta segunda unidade de produção, batizada como Cidade de Ilhabela, já foi contratada pelo consórcio formado entre a Petrobras, a companhia britânica BG Group e a associação Repsol Sinopec Brasil e encontra-se em fase de conversão.
O consórcio do chamado Bloco BM-S-9 da Bacia de Santos é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e a Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%). O valor dos empreendimentos na Bacia de Santos – Etapa 1 é de cerca de 19,5 bilhões de reais.
A produção média da Petrobras nas áreas do pré-sal mais que dobrou de janeiro de 2011 para novembro deste ano, passando de 85 mil barris de óleo equivalente por dia (BOE/dia) para 211 mil barris BOE/dia.
Desde o início da produção da companhia nas áreas do pré-sal, em setembro de 2008, a Petrobras já produziu um volume total de 118 milhões de barris de óleo equivalente, se somadas as explorações nas Bacia de Santos e Bacia de Campos. O projeto Piloto de Lula, na Bacia de Santos, está produzindo em quatro poços de 90 mil a 100 mil barris de petróleo por dia, segundo informações da companhia.
O plano de negócios da Petrobras entre 2012 e 2016 prevê investimentos totais de US$ 69,6 bilhões nas áreas do pré-sal, sendo US$ 58,9 bilhões na Bacia de Santos e US$ 10,7 bilhões na Bacia de Campos. (Colaborou Rafael Rosas, do Rio)
Fonte: Valor
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Petrobras retifica previsão para FPSO Cidade de Itajaí



Redação NNpetro

Ao contrário do que havia informado na segunda-feira (10), a Petrobras esclareceu que a FPSO (sigla em inglês para unidade flutuante que produz e armazena petróleo) Cidade de Itajaí chegará ao Brasil ainda em dezembro.
De acordo com comunicado enviado pela Petrobras, a produção da embarcação, que irá operar nos campos de Baúna e Piracaba, no pós-sal da Bacia de Santos, tem início previsto para janeiro próximo.
A nova data representa um ajuste em relação ao que foi divulgado anteriormente. A previsão era de que a produção da plataforma flutuante começaria ainda em dezembro, conforme o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli. O prazo já estendido, em relação ao plano inicial da estatal que esperava produção da plataforma em outubro passado.
A FPSO Cidade de Itajaí tem capacidade para processar 80 mil barris por dia (bpd) de petróleo e 2 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural. O pico da produção no local estava previsto inicialmente para janeiro de 2014, porém a unidade pegou fogo durante um teste de mar feito em Cingapura e o cronograma foi postergado.
A unidade era apontada como o segundo grande sistema novo a produzir este ano. O primeiro foi a FPSO Cidade de Anchieta, cujas atividades começaram em setembro. A embarcação tem capacidade para produzir 100 mil barris diários de petróleo e está localizada no campo de Baleia Azul, no complexo Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos.
(Com informações do Estadão Conteúdo)
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Petrobras faz nova descoberta em águas ultraprofundas na Bacia de Sergipe-Alagoas

Petrobras faz nova descoberta em águas ultraprofundas na Bacia de Sergipe-Alagoas


A Petrobras informa que descobriu nova acumulação de hidrocarbonetos leves em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas, na área de concessão BM-SEAL-10, localizada no bloco SEAL-M-424. A descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRSA-1108-SES (1-SES-172).
O poço está localizado a 85 km do município de Aracaju, na costa do Estado de Sergipe, em profundidade de água de 2.583 metros. A perfuração foi concluída a 5.347 metros de profundidade total. Esta é a quarta descoberta importante de hidrocarbonetos feita pela Petrobras, este ano, em águas ultraprofundas daquela bacia. De agosto a outubro deste ano a empresa já havia anunciado a presença de acumulações de hidrocarbonetos nos poços 1-SES-168 (Moita Bonita), 3-SES-165 (Barra) e 1-SES-167 (Farfan).
A descoberta do poço 1-SES-172, conhecido informalmente como Muriú, ocorreu em reservatórios da formação Calumbi. A comprovação da descoberta ocorreu por meio da análise dos dados de perfis. Estudos das pressões registradas nos reservatórios e amostragem de fluidos indicaram a presença de petróleo leve. O petróleo foi encontrado em reservatórios de excelente qualidade, com 67 metros de espessura. A Petrobras é operadora da concessão SEAL-M-424, com 100% de participação.
A Companhia dará continuidade à operação de perfilagem (registros de características de uma formação) e coleta de dados de rocha e fluido nesse poço, com o objetivo de elaborar a estratégia de avaliação da nova descoberta, assim como caracterizar as condições dos reservatórios encontrados. A etapa seguinte será apresentar o Plano de Avaliação de Descoberta para a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Fonte: Petrobras – Gerência de Imprensa – Comunicação Institucional
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